ABRI um HOSPITAL de Brainrots no Minecraft!
Hoje nós abrimos um hospital de brain hots no Minecraft. A gente começa com uma sala pequena e precisamos curar vários brain hots diferentes para liberar novas áreas. Vamos ter que dar os remédios certos, fazer raio X e até fazer uma cirurgia. Será que vamos conseguir? A aventura começa agora. A partir de agora, todos nós somos médicos porque abrimos um hospital de Brain Hot. Coitado dos Brenrots que vão ser atendidos pela gente. É, vê se fica quieto. A gente vai ser bons médicos. Vamos primeiro. Brain Hot. Ah, sai fora. Tá com feiura aguda. Eu acho que isso não tem cura. É, eu também acho. Eu não preciso de hospital. Eu preciso ir. Que que você falou? Não, a gente precisa pegar nossa roupa de médico. É claro, porque aqui no lado direito tem os nossos jalecos que fica bem aqui no suporte de armaduras. Agora todo mundo vai ficar bonitão igual médico, menos você, Cai. Você é feio. Não, vou ficar muito estiloso. Vamos vestir nossa roupa. Aê, ficamos estilosão, hein? É, você ficou parecendo uma largaria. Fica quieto, cai aí. Vamos embora. Vamos trabalhar. Pera aí. Ô, pêssego, vai vestir o seu jaleco. Ah, não quero ser médico, não. Dá muito trabalho. Mas nunca quer trabalhar mesmo, né? Então sai do meu hospital, vai. Vai embora. Ah, não, mas eu quero ficar no hospital, tá? Então você recepciona as pessoas, tá bom? Que não vai usar jaleco. Vamos lá, turma, esperar o nosso primeiro paciente. Ih, olha isso. Nosso primeiro paciente. Esse aqui é o trip. Tropa tropa tripa. E o que ele tem? Ele está gripado. Cure a sua gripe. Bom, isso não vai ser nada fácil, mas primeiro tem que ter alguém para carregar ele. Ah, eu não sei se ele tá gripado não, galera. Eu acho que ele tá sujo mesmo. Eu retiro o que eu disse. É, ele espirrou na Nina. Pega ele logo, Kr. Vê se não espirra em mim, hein. Vamos embora. Eita, ele tá espirrando para tudo quanto é lado. Corre, Nina, senão a gente vai pegar um vírus aí também. Ai, ai, ai, ai, ai, ai. Eu que tô carregando esse bicho feio. Socorro. Onde é que eu coloco ele? Leva da sala do médico. Isso aí. Agora o médico vai te atender. Bota ele aí, K. Fica aqui na mesa. Pode subir aí. Vamos embora, galera. Deixa o médico atender ele. Não, mas pera aí, o médico é a Nina. Vai lá, Nina. Não, não é eu, não. É todo mundo. Ah, é. A gente quer o médico. Vamos lá, galera. Vamos atender ele. Ai, lascou. A gente vai falir. Esse hospital é hoje mesmo. Que que você tá sentindo? Trip tropa topa tripa. Ele não responde, né, galera? Ai, ele espiou em mim. Ele tá gripado. Tá, então eu acho que eu já sei. Dá um lencinho para ele e manda ele embora pra casa. Bô, eu vou pegar um lencinho ali no estoque. Pera aí, aqui não tem lenço. É porque essa é sala de remédios, né? Ah, então a gente pode dar um remédio para ele. Mas pera aí, antes disso eu tenho que consultar uma coisa, porque não é qualquer remédio que pode dar para ele. Aqui dentro tem vários remédios. Se a gente vier aqui na caixa, a gente vai ver que tem esse remédio aqui. Vamos testar no K. Toma aí, Kr. Vê se esse remédio aí é bom. Ei, pera aí. Antes de continuar com o vídeo, eu vi que você não deixou o seu like. Então, deixa o seu like aí, hein? Tô de olho em você. A, muito obrigado. Agora vamos continuar com o vídeo. Ah, tá bom. Deixa eu ver o que que ele faz. Ah, não aconteceu nada. Eu tô normal. É. É, eu acho que esse era o remédio de emagrecimento. Você ficou magrinho. De emagrecimento? Tá falando sério? Ah, meu Deus do céu. Eu tô muito fino. E agora? Que que eu faço? Preciso voltar ao normal. Calma que tem outro remédio aqui que pode te fazer voltar ao normal, que é esse aqui. Bom, assim eu espero, mas esse aqui tem que usar dois, viu? Ah, tá bom. Deixa eu comer os dois remédios, então. Vamos comer. Ai, eu acho que eu voltei ao normal. Ufa. É, voltou, sim. Bom, galera, qual é o remédio para gripe? Deixa eu ver aqui que eu acho que tem na folha. Ah, aqui, ó. Ah, ele tá espirrando em cima da gente. Mas eu achei a folha. Tá aqui, ó. Trip tropa, tropa. Para de espirrar em mim, senão vou te expulsar do meu hospital, né? Para você espirrar para lá. Vira pro lado, bota na boca, sei lá. É, seu peixe podre. Eu, hein? Trip tropa, tropa. E tá perando em mim ainda. K. Eu vou levar ele lá para fora, hein? Noojeto. Tá, mas tá escrito aqui, ó. Trip tropa tropa tripa. E aqui tá o remédio. O remédio é o amarelo. É o branco e o amarelo. Vamos lá, galera. A gente precisa procurar o remédio branco e amarelo. Pera aí que eu acho que eu já achei. Tá bem aqui na minha frente. Ué, cadê? Aqui da minha frente, ó. Branco e amarelo. Eu não sou um remédio, não. Ah, tá. Aqui é igualzinho. Ah, mas eu ainda tenho que ficar aturando essas coisas. Deixa eu ver. Esse aqui é o azul. Esse aqui também é o azul. Achei. Aqui é o amarelo. É esse aqui. Dá esse aqui, ó. É o branco e vermelho. Não, branco e vermelho não é pr isso. Branco e vermelho é para outra coisa. Então, menina, você dar o remédio para ele. É por eu? Porque se ele espirrar em mim, eu vou ficar doente também. Vai logo. Ué, mas se ele espirrar em mim, eu também vou ficar doente. Pelo menos não vai ser eu, né? Ai, tá bom. Ai, para de espiar nos outros, senão a gente não consegue te dar. Ele não foi embora. K, agora lascou. Vamos ter que pegar outro remédio, tá? Você dá para ele então. Não vem não. Você dá o remédio para ele. Eu já carrei. Eu não vou dar nada. Eu vou junto com a Nina. Nina me espera. Pera aí, galera. Assim vocês me complicam. É só jogar um remédio. Dá para ele tomar a carreira e ele saiu correndo. Pera aí. Toma aqui, bichinho. Toma aqui, ó. Vou colocar bem na tua boca. Toma. É, parece que o trip tropa tropa tripa voltou ao normal. Continua feio. Mas Perbes não tá mais gripado. Ai, tô brincando, tô brincando. Ufa. Aê, ele não tá mais verde. Nosso primeiro paciente foi curado e tá indo embora. Gente, não é por nada não, mas eu acho que agora tá na hora do pêssego trabalhar um pouquinho. É, eu também acho, porque se vier alguém com gripe de novo, a gente coloca ele para dar o remédio, assim a gente não fica doente. E assim o hospital liberou mais uma parte pra gente. Agora a gente tem a sala de material. É. E essa sala aqui tem um monte de remédio diferente. Tem um monte de coisa e a gente tem que descobrir ainda. Nina, agora você vai pra recepção e chama o pêssego para atender. Tá bom. Vai trabalhar. Tá bom. Tá bom. Tudo eu. Tudo eu. E galera, nosso próximo paciente é o Ttum Sarahur. Olha só, ele tá todo machucado. Gente, que que será que aconteceu com ele? Parece que ele brigou com um gato todo arranhado. Ah, eu já sei. Eu acho que um cachorro confundiu ele com uma linguiça e tentou devorar ele. E ele não gostou não. Eu tô apanhando de todos os prerródios hoje também. Só tá falando besteira. O Tuntum Saur caiu e se machucou. Vocês precisam ajudar ele. Ah, fica tranquilo, Tuntum Sarahu. Isso aí a gente vai conseguir fazer de boa. Aonde eu coloco ele agora? Ah, traz ele aqui pra sala de materiais. Deve ter alguma coisa para ajudar o Tontum Sarahur. Tá bom. Eu acho que a gente tem que deixar ele na sala do médico, né? Que lá tem maca. Eu também acho isso. Mas o K falou pra gente deixar ele aqui. Ah, mas é um pamonha mesmo, né? Ah, então leva ele para lá então, pêssego. Ah, tá bom, eu levo. Enquanto isso, a gente vai achando os materiais. A gente precisa primeiro limpar a ferida dele. Pera aí que eu vou lá no banheiro pegar a água do vaso. Não, cara. É isso aí. Vai contaminar ele, ele vai morrer, cabeça o. Ah, tá. É verdade. Não pode fazer isso, né? E se você assistiu o vídeo até aqui, escreve seu nome nos comentários. É, primeiro a gente precisa achar uma solução para limpar ele. Vamos ver. Ã, que tal esses baús? Beleza. Tem o soro fisiológico. A gente consegue limpar qualquer coisa. Até você, ó. É, dá para limpar você também. Ei, pera aí. Isso aqui tira a sujeira, mas acaba dando dano. É, então a gente tem que tomar cuidado com isso. É, vamos lá. K, fala que não dói, tá? Porque se falar que dói, ele não vai querer. Tá bom. Se na gente já machucou assim, imagina nele que tá com aquele monte de machucado. E aí, pensa que vai ficar aí sentado? Não, não. É porque eu tava vigiando ele aqui. Doutor Saru, fica bem paradinho aí que a gente vai limpar os seus machucados. Isso aqui não dói nada, né, K? É, não dói nem um pouquinho. Só vai arder um pouquinho aqui. Vai te incomodar um pouquinho ali. Fica quieto, car. Não fala isso, não. É, tá bom. Não chora, viu? É aqui, ó. Vamos limpar ele aqui. Vai, vai, limpa. Pera aí, pera aí, pera aí. Ele saiu correndo. Pega ele, pega ele. Ah, eu sei que dói, mas se você não ficar, você não vai ser curado. Volta aqui. Beleza. Consegui pegar ele. Você vai ter que limpar ele comigo segurando, senão ele vai querer fugir. Tá bom, vou limpar aqui no Ai, ai, ai. Bate nele, Tutosu. Bate nele. Pera aí, cara. Você tem que segurar ele para eu limpar os machucados dele. Ah, eu vou fazer o que? Ele é muito forte. Vai logo, K. Tá, eu vou ficar bem de longe porque senão ele vai querer me bater. Vamos limpar ali o machucado na cabeça, o machucado no braço. Prontinho. Vê se não me acerta. Tá, tá bom. Prontinho. Tuntaru. Agora volta pra marca limpar. A gente já limpou. Vê se não sai daqui. Tá beleza. Agora a gente precisa enfachar ele, ou seja, proteger os machucados. Ô, pêssego, tira um pedacinho da manga da sua camisa. Eu preciso enfachar o tum sarrur. Não, a gente já tem uma coisa especial pr isso. Então deixa pr lá. Eu só não faço ideia do que que é, mas a gente tem. Então vamos procurar caixas. Ajuda a gente, vai pensa ficar vigiando tanto sarro. Vá que ele sai correndo de novo. Ele não vai sair correndo agora. A parte pior já passou. A gente precisa ir para o último andar que é por aqui, gente. Aqui no último andar tem um botijão de gás. A gente pode acertar a cabeça dele. Assim ele vai melhorar. Vai ter esquecer que tá machucado. Ah, eu acho que vai fazer um galo na cabeça dele, isso sim. Então é melhor não. Um galo não, galheiro inteiro. Se fala sério, eu acho que é isso aqui. É, a gente pode usar isso daí para enfachar os machucados dele. É, tem mais um aqui em cima. Esse aqui já fica melhor. Beleza, tem dois. Ei, tem mais um aqui. Tá beleza. Acho que três já é o suficiente, não é não, galera? Com certeza. Vamos lá curar os machucados dele. Sor, a gente tá chegando. E aqui está. Eu vou enfachar você. Fica bem quietinho aí. Ai, coloquei errado. Só um minutinho. Prontinho. Tá novinho em folha. Tuntarur tá liberado. Não pode tirar essas faixas, hein? Durante uma semana, hein? Tá parecendo uma múmia. É, quer dizer, ficou legal. Ai, ai, galera. Me ajuda. Só fala besteira. Tá bom, Tutu Sal, não faz esforço, não. Vai embora. Vai. Pronto, mais um Brenhote curado. E assim a gente liberou mais uma parte do hospital. Eita, que parte é essa? Isso aqui é a sala de gesso, aonde a gente pode colocar gesso nas pessoas. Essa sala aqui é quando alguém quebra algum osso do corpo. E olha, tem vacina. Vem cá, cá. Deixa eu te não sai fora, sai fora. Tem medade ainda. Me ajuda. Ué, o que que tá acontecendo aí, pêssego? É que agora você vai trabalhar e eu vou ficar no atendimento. Enfim, agora é só a gente esperar o nosso próximo paciente. Aê, chegou o próximo paciente. Caputino assassino. Que que aconteceu com tua perna, hein? Ih, eu acho que ele quebrou a perna. Então, já sei, vamos colocar gesso. É, vamos colocar gesso. Vem cá, capucino assassino, fica tranquilo. Mas antes disso, não tem que medicar ele. Ele deve est sentindo dor. Ah, problema é dele. Ninguém mandou ele quebrar a perna. Ô, C, você é um médico ou não é? É, é verdade. Eu sou um médico. É melhor a gente dar uma vacina nele que assim ele vai ficar curado. Não 100%, porque depois tem que fachar a perna dele. É. Então vá lá, Cai, fica quietinho aí, capucino assassino, que eu vou te dar uma vacina no seu bumbum. Toma essa vacina. Ô, C, que injeção que você deu nele? Ué, a injeção que tava ali. A injeção que se dá em todo mundo. É. Você viu a ficha dele? Não, nem sabia que ele tinha ficha. Deixa eu ver. Cappuccino assino. Alergia. Ele tem alergia à florzinha azul, a batata e também a remédio verde. Ah, e essa vacina é verde. Mas não é remédio, é vacina. Mas o que que tem numa vacina, C? Agulha. Ai, meu Deus do céu. Remédio. Gente, ele tá passando mal. Quem mandou quebrar a perna? Eu acho que a pior coisa que ele fez foi ter vindo no nosso hospital. Acho que era melhor ter ficado em casa, rapaz. É verdade, a gente tem que tratar os clientes bem, né? É, com certeza. É, fica tranquilo, a gente vai arrumar uma solução pra sua alergia. Vamos lá, galera. Eu acho que tem lá na sala médica. É, vamos ter que pegar a cura pro remédio. É, é uma alergia que ele teve. Se eu não me engano, ela não tá aqui dentro, não, C. Ela tá aqui dentro. Ah, é? Mas tá trancado. Ué, cadê a chave? Eu não tenho a chave, Nina. Eu também não. Eu não sei onde é que tá. Ah, não acredito. Onde é que a gente vai achar essa chave agora? Mas também de que foi a ideia de trancar? Aí eu não sei, mas eu acho que tá aqui. Ah, beleza, achei. É só a gente destrancar. E agora pega a vacina certa. Essa aqui é de boa, ó. Ai, ai, ai, ai, ai. Eu acho que eu que tenho alergia essa vacina aí. Tirou metade da minha vida para caixa. Olha só, acabei morrendo. Foi mal. Capa tira assassino. Para de andar pelo corredor. Você tem que ficar lá dentro. Vai lá, você vai voltar ao normal agora. Fica paradinho que eu vou dar uma injeção no seu bumbum. Eita, eu acho que ele ficou de boa. É, agora sim. Agora a gente pode colocar o gesto na perna dele. Vamos embora. Isso é fácil. Só abrir aqui a torneira, pegar esse negócio doido, jogar ele aqui dentro e aí ele vai amolecer. Agora ele mole, é só a gente botar na perna dele. Calma aí, fica paradinho. Prontinho. Lá, ó. Tá vendo? Agora ele tá bem. É, ele trocou as espadas por duas muletas. Agora ele consegue andar até mais de boa. Vamos, vai pra casa, menino. Toma cuidado para não quebrar mais a perna, hein. Se quebrar a perna, já sabe onde que você não precisa voltar, né? Fica quieto, Ca tá fazendo uma propaganda no nosso hospital. Ah, é verdade. E assim a gente liberou a sala do raio X. Ai, que legal. O nosso hospital tá ficando cada vez melhor. Tá vendo? A gente só tem que se tornar os médicos melhores, né? É, com certeza. E como é que a gente faz isso? Não faço ideia. Eu não fiz curso para ser médico, mas eu tô percebendo uma coisa, gente. O nosso hospital tá muito sujo. Ah, mas olha pelo lado bom. Acabou de chegar mais um cliente. Ah, beleza. Seu aldeão. O que é que você tem além de ser feio? Claro. Ele não é o Brenot. Quê? Ele não é o Brenot. E é verdade, ele não é Binot. Sai daqui. Isso aqui é hospital só para Brain Hot. Hum. Para de me bater. Tá, mas você não pode entrar aqui. Aqui é o hospital de Brainha. No sim que eu sou um fiscal de hospitais. Ah, entendi. Masc. O nosso hospital tá todo sujo. Ele vai dar uma multa na gente. A gente vai ter que fechar o hospital para sempre. Olha, pelo lado bom. Pelo menos não vai ter cappuin assassino tomando injeção errada. Vê se você fica quieto. Vai. Tô brincando. Tá, pode inspecionar, mas não demora muito não, viu? É. E olha só do lado de fora. Não, lado de fora eu já olhei. Eu tentei. Pois é. Ah, olha só o que temos aqui. Isso é uma sujeira. Não, não é não. Não é não. Boa, Nina. A gente conseguiu. É, tá tudo certo. Calma. Hum. Muito bem. Mais 10 esmeraldas de multa. É o quê? 10 esmeraldas de multa. É, galera, eu não tenho esmeralda não, hein. Outra sujeira aqui. Não, se tiver outra sujeira já vai limpando. Carrenda logo. Olha só, essa aqui é a revista que eu deixei cair. Ah, esse aqui é o jornal do de ontem. Essa daqui é uma foto do pêssego. Mas o que é isso aqui em cima? É porque a minha amiga é a mulher aranha e ela solta teias. Muito bem. Mas 50 esmeraldas. Não, não, não. Esse aqui não é nada. Era só uma decoração de Halloween que a gente não tirou. É, exatamente. Por que que a gente decorou o hospital pro Halloween? Isso não é legal. Mas a gente não decorou. Cai, fica quieto, Kai. Se a gente continuar falando desse jeito, a gente vai tomar uma multa milionária. Tá, tá bom. Ah, eu acho que já acabou, né? Não tem mais uma sujeirinha aqui. C. Ah, tá bom. Já limpei. Pronto. Eu não quero mais inspeção aqui nesse hospital. É que ainda tem mais uma sujeirinha lá atrás. Tá, eu vou limpar também. Ah, beleza. Agora não tem mais sujeira nenhuma no hospital. Mas eu já tenho tudo que eu preciso. Vocês serão mutados para o hospital de vocês estar em péssimas condições de trabalho. E quanto que é a multa? 100 esmeraldas. 100 esmeraldas? Tá, K, dá 100 esmeraldas para ele logo. Tá bom, vou te dar 100 esmeraldas. Pena que eu não tenho. Não é possível. Nina, você precisa ter esmeraldas, por favor. É, eu até tenho, mas não é 100. Tem quantas? 50. Ai, 50 paga. Não vai c arruma 50 esmeraldas, anda logo, senão o hospital vai fechar. Pera aí, a gente pode usar o Ó, seu dá licencinha, vai. Ah, tá bom, vou esperar aqui. Que um fofoqueiro. É, ele entrou dentro do sofá. Ele tá sentado no chão, sabe? Você tá no sofá que doido. É, esse sofá tá em péssimas condições também. Eu acho que eu vou aumentar a multa. Não, não, não, não. Vê se fica quieto aí. Fala logo, C. A gente pode usar o dinheiro do hospital, mas a gente não tem dinheiro no hospital, só esmeralda. Ah, você entendeu. Tá, então vai lá pegar. Anda logo. Tá bom, tá bom. Eu acho que o dinheiro fica guardado bem aqui. Agora só falta mais essas. E pronto, 50 esmeraldas. Ei, se odão fofoqueiro, aqui tá suas esmeraldas. Ah, estava na hora. Agora vê se d o pé do nosso hospital, vai. Tá bom. Multa paga. A gente precisa trabalhar. Tá bom. Agora vou jogar esse papel aqui no chão. Não aguenta mais carregar esse negócio. Ô, K. Oi. Tem uma lata de lixo bem atrás de você ali. Ah, é que caiu da minha mão. Eu vou jogar no lixo. Depois toma multa e não sabe porquê. Pera aí, só falta uma coisinha. É, mas eu não consigo ficar dentro do lixo. Ei, galera, chegou mais alguém pra gente atender o frigocamelo. Tá, mas ele parece que tá normal. Até a gente colocar ele no raio X e ver qual é o problema dele. Ah, é verdade. Vamos levar ele lá pra sala do raio X, então. Pega ele, Nina. É, tá bom. Eu só não sei se eu vou conseguir carregar ele, porque ele é bem grande. Consegue sim. É. Tá. Vamos lá. Eu só não tô enxergando nada. É só ir pra frente. Vai pra frente, depois vai pra frente. Mais pra frente, depois vira pra direita. Tá bom. Eu vou deixar a porta aberta para você. É por aqui. Pra frente, pra frente, pra frente, pra frente, pra frente e pra direita. Ué, gente, não tem nada aqui. Vem cá. Você só esqueceu frigocamelo. Ah, é verdade. Vem cá, frigocamelo. É por aqui. Pronto, agora sim. É só você entrar ali e ir pro raio X. Assim a gente vai ver o que que tem dentro de você que tá te incomodando. Ah, mas que estranho. A máquina de R não tá acontecendo nada. É, eu acho que ela não tá ligada. A luz tá acesa. Ah, e como é que liga esse negócio? Nunca mexi numa máquina de raio X. É aqui, cabeça oca. A gente só precisa ligar todas as alavancas. Aí, ligou, ligou. Que que você tá vendo aí? Que estranho. Eu não tô vendo o frigocabelo. Ele desapareceu. Agora a gente tá vendo uma frigideira. K. A gente tá vendo dentro do frigocamelo, isso significa que ele engoliu uma frigideira. Ô frigocamelo, por que que você comer uma frigideira? Tá, mas como é que a gente vai tirar essa frigideira de lá de dentro? Eu acho que a gente vai ter que dar alguma coisa para ele guspir essa frigideira. Isso é fácil. Cheira o subaco do KR. Tá doido, C. Ele vai acabar morrendo. É verdade. É melhor a gente arrumar algum remédio para ele, alguma coisa para ele cuspir essa essa frigideira. Por que que a gente não dá uma desses três remédios aqui? Mas qual é o certo? Ah, eu não sei. Vamos testar todos. Que que você acha, Anina? Vai que dor de barriga nele. Essa é a ideia. É. Não, não é a ideia. É, ele só tem que cuspir. Vamos testar. Vou pegar esse aqui e toma. Pode tomar esse aqui. Frigo camilo. Aí tá tomando. E é, parece que não deu certo. Eu acho que ele tá pior do que antes. Ah, pera aí, pera aí. Toma esse aqui, então. Toma. Parece que ele melhorou, mas ainda não cuspi a frigideira. Ah, então só pode ser esse último. Assim ele vai cuspir a frigideira. Aí, tá tomando. E vamos ver. Beleza, deu certo. Aqui a frigideira. Ai, ai, ai, parece a frigideira é muito forte. Eu não sabia que ela era tão forte assim. Toma, menina, se o carro te irritar, você acerta a cabeça dele. Tá bom. Brigo, camelo, você está liberado. Aê, mais um Brain Hot curado, gente. Esse foi fácil. E agora a gente liberou a sala de cirurgias. Eita. Então, quer dizer que a gente vai ter que operar alguém? Já sei. Vamos operar a cabeça do casa e colocar um pouquinho de inteligência ali dentro. Bora. Pera aí, pera aí. Claro que Ai, Lina, não me dá parelada não. É melhor a gente esperar o outro paciente, tá? Ih, eu acho que ele já chegou. Que é isso? Que aberração é essa, gente? Quem que montou o bril bril para tapinho errado? Eu acho que ele tá com um problema muito sério. O pé tá na cabeça, o braço também tá na cabeça e a cabeça também tá na cabeça e o nariz também tá na cabeça. E os olhos também estão na cabeça. Tá tudo na cabeça dele. Ele não tem corpo. Eu acho que ele, a cabeça dele tá no pé dele. Vamos ter que desmontar o brilho para tapinha e montar tudo de novo. Deixa que eu levo ele. É, dessa vez você carrega. Tô vendo nada, ele é muito grande. Ele tá bem parecido com você. Ah, vê se fica quieto. Venha na sala de cirurgia. Bem aqui à esquerda. Tá bom. Vamos lá. Joga ele em cima da mesa aí. Tá bom. Nina, pega a faca. É, não sei onde que tá a panela. Então, tá na mão. Agora torra ele. É, eu acho que não é para fazer isso. Não tem certeza? É, a gente não tem que fazer uma cirurgia nele. Como que eu vou torrar ele? É isso aí. É verdade. Deu sorte pratapim. Bom, mas aqui eu tenho uma faca. A faca da operação. A gente vai ter que partir ali no meio. Então, boa sorte. Tá, fica paradinho aí, viu? Eu sei o que eu tô fazendo, eu acho. Vamos partir primeiro o braço e depois a perna, depois o nariz. O nariz não, né? O nariz tá no lugar. Anda logo, Cas. Tá calma aí. É que é difícil. Boa, olha só o que que você fez. Ué, eu parti ele. Agora a gente tem que remontar, né? Deixa eu pegar aqui todas as partes dele. Agora essa parte é com você. Eu já parti. Ah, mas eu não sei montar um Brain Hot. Ninguém sabe. Boa sorte. Eh, começa pela cabeça. Tá bom, vamos começar pela cabeça. Vamos colocar a primeira parte bem aqui. Vamos colocar os braços. Olha só, olha, já tá bem mais certo do que quando ele chegou. É verdade. Você é um bom cirurgião, Kr. Ah, valeu. Agora só falta colocar uma perna e a outra perna. O Brenot ficou certinho. Agora é só ele acordar. Ele tá todo no lugar. Caramba, que pezão, hein? É maior do que a gente esse pé. Com certeza. Deixa o leé. Vai feder a terra inteira. Aê, o Brua tapinha acordou. Você está bem? Já tá de alta, pode ir embora do hospital. E lá vai ele, todo feliz. Tchau, Bruppi. E assim a gente libera a última sala, a sala do laboratório. Galera, tá entrando mais um paciente. Esse daí é qual? É o bombardiro crocodilo. Só que ele tá roxo. E ele tá diferente. Essa não é a cor dele. Ele tá infectado. Ele tá muito mal. Ele tá muito mal. Vamos embora. Vamos embora. Me dá uma carona aí. Sai daí, Cai. Tá me atrapalhando. Tá, tá bom. Abre a porta. Vai lá, leva ele pra sala. Sala de quarentena. Abre a porta. Calma. Mas que tanta porta também. Obrigado, galera. Vamos embora. botar ele deitado aqui. Eu acho que essa cama não vai dar para ele não, hein? É, ele é muito grande. Mas e agora? O que que a gente faz com ele? Esse aqui tá com problema muito sério. Ele tá com vírus? Ah, um vírus? É. E se a gente deixar ele lá fora, ele pode espalhar esse vírus no mundo todo. Só tem um jeito da gente derrotar esse vírus. Encolhendo e indo lá no corpo dele e destruindo esse vírus. Pega outras facas lá para vocês, vai. A gente vai precisar. Tá bom. Vamos encolher e entrar no corpo do bombardeiro crocodilo. Vai você também, Nina. É, eu acho que tem um negócio melhor aqui. Tá bom, eu já vou ficar pequeno e assim eu diminuo. Beleza. Meu Deus do céu, tô bem pequenininho mesmo. Que que é isso aí, Elina? Equipamento. Ah, então não vamos precisar da faca. Me dá um equipamento aí, vai. É, tá. Pera aí. Vou jogar aqui e depois eu pego o outro para mim. Gente, esse negócio aqui é legal. Eu posso atirar no carro aí só para ver como é que funciona. Poder, pode, mas não vai acontecer nada comigo. Eu não tô doente. Ai, meu Deus do céu. Acontece isso. Quase morri. Vem aqui. K. Não, sai fora. Vou pegar uma roupa dessa para mim também. Eu vou vestir essa roupa também. Eita, agora eu tô muito legal e pequenininho. Claro. Vai lá ficar pequena, Nina. Pronto. Minha vez. Vai lá, K. Sua vez. Agora vamos entrar na boca dele. Esse vírus vai ver sorte. A gente não vai acabar com ele. É, bombardeiro. Chega um pouquinho pra frente aí que eu não consigo entrar na sua boca. Ai, também não me engole, né? Bora, turma. Vamos embora. Uhu! Chegamos. Ali está o vírus, galera. É, vamos acabar com ele. Acaba com ele. Ops, eu atirei na Nina. Isso toma cuidado, viu, Kai? Tá bom, tô tomando bastante cuidado. Mas esse vírus é muito forte. É nada, a gente já acabou com ele. Esse aqui é o canhão da medicina. Ele cura qualquer coisa. É, acabei morrendo. O bom que a gente já curou ele. Agora vamos dar no P. Aê, prontinho, bombardeiro. Agora tu tá bem. Ele tá indo embora feliz da vida. É, a gente conseguiu acabar com aquele vírus esquisito. E o melhor de tudo, conseguimos ser os melhores médicos de todo o mundo. Melhores também não, né? Melhor, a gente deu conta. Ai, pera aí. Dá sorte que eu sou um médico bonzinho. E se você gostou desse vídeo, deixa o seu like, se inscreve no canal. Aleluja.
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Tá eu e minha irmã somos muito suas fãs
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Quem gosta de Cascais bota aqui
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Vcs são os melhores
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Meu nome é Miguel
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O kr não precisa de médico precisa de ersosimo
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LÁZARO MIGUEL SILVA DE SANTANA
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Meu nome é Amélia
Pyetro❤💛🧡💙
VITOR
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Tinha achado que o tung tung sahur brigou com um gato ou um leão ou com uma onça pintada ou deve ter brigado com uma onça
Samilly
Meu nome é Arthur porque eu sou um menino e uma criança
Versão Junior dos Santos Silva😂😂😂 parece que o tum tum serve mastigado por uma minhoca e depois o cachorro confundiu ele com cachorro quente
E feia
Zac Abraão
Vocês são burro é gesso
My name is a Ronaldo
Romualdo Henrique Fernande jara
Romualdo Henrique Fernande jara
Romualdo Henrique Fernande jara
RUY
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