KASS Ficou Doente e Seus Amigos não se importaram

Hoje C ficou doente, mas seus amigos não se importaram, então ele infectou a todos e agora precisam ir para o hospital. E para se curarem, precisam vencer desafios e encontrar o remédio antes que fiquem totalmente doentes. Será que eles vão conseguir? A aventura começa agora. Olha só, eu tô aqui doente e eles estão lá jogando bola nem para me ajudar. Ei, gente, me ajuda aí. Eu tô doente. Não posso jogar bola. Tá cto muito, não tem como não. O jogo aqui tá muito disputado. É, tá de 10 a 10. Mas vocês precisam ir lá no hospital e pegar a cura para mim, senão eu vou acabar morrendo. Ah, não. É muito melhor a gente ficar jogando aqui. É gol. Ah, não vale. Eu não tava no gol. Ah, não. Eu não acredito. Vocês vão ver só. Vocês não vão me ajudar, não é? Ah, c Espera a partida acabar, depois a gente te ajuda, então. Tá bom. A, ei, pera aí. O que que você fez? Ei, Ca parece que agora você tá doente também. Ah, como assim? Tá falando sério? Ah, não, eu também tô doente. E agora? Toma essa também, Potin. Ai, eita. Agora você também ficou doente, pêssego. Ah, não. Agora lascou. Olha só, você ficou mais feio do que o normal. Ah, eita. Ati. Não, pera aí. Ah, Nina também ficou doente. Ah, não. Tá todo mundo doente. Que que você fez, Kais? O bom é que agora vai todo mundo ficar reunido para encontrar a cura. Ah, eu queria jogar futebol. Só que agora você não tem mais força para chutar a bola. É, então vamos lá pegar essa cura. Agora meus amigos estão reunidos de volta. Ah, eu não quero ir andando. Não, chama ambulância. Ih, é verdade, a gente não pode ficar andando, né? Deixa que eu vou chamar a ambulância. Ambulância vem aqui pegar a gente que a gente tá doente. Mas que se chama uma ambulância? É, ela tá ali do outro lado, tá pertinho. Ah, então tá bom. Ih, rapaz, né? Que deu certo, a ambulância tá vindo mesmo. Tá vindo. Beleza. Ei, ambulância, vem aqui. A gente tá doente, ó. É, a gente precisa de carona. Aí, tá chegando, galera. Todo mundo para dentro da ambulância. Assim a gente vai ser atendido mais rápido lá no hospital. Entra aí. Ei, pera aí. Antes de continuar com o vídeo, eu vi que você não deixou o seu like. Então, deixa o seu like aí, hein? Tô de olho em você. Ai, muito obrigado. Agora vamos continuar com o vídeo. Uhu! Leva a gente ambulância. Eu nunca andei de ambulância na minha vida. Eu também não. Essa é a primeira vez, ó. Qualquer coisa só você falar que eu dirijo, tá bom, menina? Você vai cair lá fora? Não, não vou. Não vou vir mais pra frente. Aí, acho que a gente tá chegando, galera. Estamos andando. É, já tô bem longe da casa. Parece que a gente chegou. Aí, turma. Agora a gente tá perto do hospital. Vai ser bem fácil, porque tudo que a gente precisa fazer é ser atendido pelo médico e o médico vai ajudar a gente. Eu só espero que isso aqui não demore. Ei, seu atendente, a gente tá doente e a gente quer um remédio para ficar bom. Bom, vocês precisam pegar a senha comigo, tá bom? Beleza, galera. Todo mundo pega a senha, senão a gente nunca vai ser atendido. Ah, não. A gente isso aqui vai demorar. É assim que o hospital funciona, Nina. É boc, eu descanso um pouco. Ah, e aí, o que que vocês estão fazendo sem máscara aí? Hum. A gente tá esperando ser atendido pelo médico. Mas sem máscara não pode. Vai arrumar uma máscara para vocês, senão eu vou ter que tirar vocês do hospital. Mas onde é que a gente vai arrumar uma máscara? É, não sei. Se virem. Me dá esse que você tá usando. Não pode usar máscaras usadas. Ah, e agora onde é que a gente vai arrumar máscara nesse lugar? Ué, a gente tá em hospital. Deve ter máscara em algum lugar por aqui. É, vamos lá no banheiro. Lá deve ter máscara. É, com certeza. Eu eu acho que não. Mas tá bom. Então, onde é que você acha que tem máscara? Eh, eu sei que os hospitais tem em alguns locais que esguardam os materiais. Deve estar lá. É, a Nina tem mais razão. Então vamos lá. E se você assistiu o vídeo até aqui, digita o seu nome nos comentários. Eu só não sei se a gente pode passar para cá, mas tudo bem. É só a gente passar quietinho. É, não deixe ele ver vocês. Aqui é sala de material. Ah, legal que tem duas. É, tem uma aberta e uma fechada. Mas essa aqui tá com uma seta, então deve ser aqui, turma. Ah, na verdade não sei não. Só tô vendo papel. Ah, eu achei um osso, mas não serve de nada esse osso, tá? Vamos na outra então. É, não tá em nenhuma dessas caixas. Só se tiverem as caixas lá de cima. E tem uma escada aqui para subir. Só que eu tô doente demais para subir. Acho que alguém vai ter que fazer esse serviço por mim. Já que eu tô menos doente, deixa que eu subo lá em cima. Vai lá, Pis, e vê se tem máscaras por aí. Olha, galera, eu achei as máscaras. Você achou máscara? Que legal. Vai aí, Pego, traz pra gente. Tá bom. Ai, ai, galera, parece que eu quero meu pé. Não consigo mais andar. Mas também quer mandar você pular dessa altura toda, pêssego. Ah, eu vim trazer as máscaras, tá? Então, dá máscara aí, vai. Aí, vamos colocar essa máscara. E colocando essa máscara agora eu tô de máscara e de luva. É, agora a gente pode andar por aí sem o enfermeiro brigar com a gente. Quer dizer, tem pessoas que não podem andar, né? Porque quebraram a perna. Você vão ter que me carregar. Agora a nossa próxima tarefa é fazer um gesso para curar a perna do pêssego. Carrega ele aí, vai. Tá bom. Vem cá, pêssego. Pronto, coloquei um laço nele. Agora ele vai ter que andar de qualquer jeito. É, toma cuidado porque senão eu vou andar rápido demais e tá doendo minha perna. Tá, mas tem outra sala de material aqui. Você lembra que tinha negócio de ossos aqui? Que tal a gente fazer um gesso para colocar na perna dele? É, eu acho que esse é o único jeito. Eu quero assinar no teu gesso. Você tem caneta? Não. Então como que você vai assinar? Pera aí. Você vai cortar a perna do pên e colocar outro osso. Sim, ex. Não, Nina, nada disso. Tá doida. Uma boa ideia. Não, pessoal, a gente precisa procurar materiais. Bom, a gente já tem um osso ali. A gente precisa craftar, na verdade, um gesso, senão a gente não vai conseguir. Mas essas caixas aqui estão todas vazias. Como que você crafita um gesso? Não faço ideia. A Nena já tá conseguindo pegar água. É, eu acho que tem uma coisa nessa caixa aqui, ó. Ai, eu quebrei a caixa. Ei, olha só. Eu achei alguma coisa aqui debaixo do vaso também. Areia. Bom, então temos areia, temos gravel, temos cascalho, areia e osso. Com osso a gente pode fazer um corante. Aham. E com isso a gente consegue fazer um concreto. É só pegar o cimento. E agora vamos transformar ele. Como é que a gente faz isso? É só jogar aqui dentro da água. A não funciona. Eu acho melhor a gente craftar o gesso dessa forma. Vamos pegar todos e colocar aqui. Agora a gente coloca a água no meio e assim a gente tem oito gessos. Vê se agora fica parado. É hora de colocar gesso na sua perna. Agora sim. Agora você tá bem. Já pode voltar a andar. Tô, tô bem mesmo. Tô com gesso de todo tamanho na perna. Mas pelo menos agora você consegue andar. Vai logo. Ah, consigo mesmo. Tô muito rápido. Muito obrigada, viu, K? Muito obrigado, viu, Kr. E nada. É melhor do que ficar com a perna quebrada. Mas agora, turma, a gente tem que melhorar, porque a nossa doença só vai piorar se a gente não tomar o antídoto. Culpa do pêssego que ficou atrasando a gente. Por que que você foi pular lá de cima? É porque não tinha outra forma de descer. Ah, aí estão vocês. Vocês têm que esperar lá. Agora estão todos de máscara. Mas corram. Vamos perder a vez na fila, hein? Vamos embora, turma. A gente não pode perder a nossa vez. Corre, P logo. Como que eu vou correr se tô com gesso na perna? Ah, é verdade. Tá, então vem devagar. Vamos embora, P. Segur. Ah, melhorou. Vai, senta aí. Tá bom. Aí estão vocês. Casca e sua turma. Vocês vão ter que fazer um exame. Me sigam. Vamos lá, turma. Todo mundo seguindo ele. Ô, senhor enfermeiro, anda um pouquinho mais devagar porque o nosso amigo ali tá com a perna quebrada. Ah, tá bom. Quem mandou isso pra mãe quebrar a perna? Eu não quebrei por querer não, viu? Aqui vocês precisam entrar nessa sala. O doutor vai passar os exames para vocês. Tá bom. Bom dia, doutor. A gente veio aqui porque tá todo mundo doente. O K passou gripe para todo mundo. É, eu passei gripe para todo eu? É você. Mas não fui eu. Ah, é verdade. Foi o pêssego. Por que eu? Foi você, Cis. Tá bom, galera. Tanto faz também. Mas quais são os exames que a gente tem que fazer? Vocês precisam fazer um raio X, exame de sangue e um teste de coração. Isso tudo. Caramba, quanto exame. Subam para o segundo andar. Ei, a gente precisa subir para o segundo andar. Vê se não vai ficar molengando, hein, P? É, vamos embora. Acho que eu vou ficar aqui embaixo mesmo. Bom, acho que o segundo andar é para lá, tá escrito aqui em cima. Com lica, seu enfermeiro. Aí, vamos subir de elevador, vai ser mais fácil para você, né? Só que alguém tem que vir me buscar. É, eu não aguento mais o PC andando devagar assim. Aí, ã, esa o elevador tá fechado. Ah, não, a gente não vai poder usar o elevador. É, eu acho que a gente vai ter que subir pela escadaria. Eu não vou levar o pêssigo da escadaria não. Nem eu. Vamos embora. Deixa pro K. Eu não vou levar ninguém não. O pêssego já pode subir as escadas. Vamos embora, Pêsego. Então tá bom. Então vou ficar aqui embaixo. Vai ficar descansando e vocês fazem ess desafio sozinho. Tchau. Ele não consegue cair. Você tem que ajudar ele. Ele é seu amigo ou não é? E por que é que você não carrega ele? Você foi o único que não carregou ele até agora. Ai é porque eu tô muito doente. Você dá sorte. Tá bom, Pesco. Vem cá. Ufa, melhorei um pouquinho. Se vocês demorarem muito, a gente vai perder nossa vez, hein? Que ideia também, viu? Pêssego. Agora coloca ele no chão aí. Ele já consegue andar aqui, ó. A gente tem que vir aqui para fazer o nosso raio X. Quem vai ser o primeiro? Eu não quero ser o primeiro, não. É, pode ser eu mesmo. É só entrando nessa máquina. Isso aqui é muito fácil. Tô subindo aqui e agora eu abaixo aí, galera. Eu não tô vendo ninguém, só tô vendo pêssego. Alguém tá me vendo? Ah, não, não tô te vendo. Mas eu já consegui fazer o meu raio X. Agora é sua vez, Caer. Tá bom, lá vou eu. Fica vendo se aparece alguma coisa aí, hein. Ih, cair. Tá certinho, tá certinho. Que que apareceu aí? Apareceu um burro. Vem, é um burro. É, é o seu raio X. Oxe, como assim? Nada a ver. Aê. Bom, o raio X do K também já foi. Agora vai você, Nino. O Pego é o último. Tá bom. Eu tenho um pouco de medo dessas máquinas aqui. É, é meio estranho, muito apertado. E aí, ô, galera? Esse Danina fumou bruxa. Mas é raio X pêsegu. Ah, tá. Então tá bom. Mas por que que aparece um burro para mim? Então é porque eu acho que você é um burro. K ficar quieto. É parece que a Nina também concluiu. Finalmente. Agora você pêseg mas o meu vai mostar um osso quebrado. Não, mas não tem problema não. Só tem que conseguir subir. E aí galera? Opa, agora sim. Lá dá para ver o esqueleto do pêssego. É, agora a gente consegue ver o que quebrou na perna dele. Não quebrou nada. Perna dele tá de boa. Ah, ele tava fingindo esse tempo todo. Mas é claro que não, seu pamonha. Como não? Dá para ver aqui que sua perna tá inteira as duas. Esse R tá quebrado. Ah, P. Sai fora daí, seu mentiroso. Ah, tá bom. Ah, eu tava fazendo isso só para vocês me carregarem. Ah, é seu sem vergonha. Então, tira esse gesso agora. Não, calma aí, médico tá me batendo aqui. Batendo no paciente. Que pésego, você é ooso. Pega ele, C. Pega ele aí. Agora você tá encurralado. Tira esse gesso logo. Vamos andando. Ai, tá bom. Preguiçoso. É preguiçoso. A gente já fez o primeiro que é o raio X. Agora a gente tem que ir pra próxima sala. Na próxima sala a gente vai fazer qual exame? Sei lá. Cai, eu não trabalho nesse hospital. Não achei que tuva. Você é igualzinho enfermeiro. V você fica quieto, vai. Se eu fosse enfermeiro, eu ia te dar uma injeção do seu bumbum. Ainda bem que você não é. Ai, meu Deus do céu. Socorro. Alguém me salva do caixa. Pera aí. Agora a gente vai fazer um exame de sangue. É, eu acho que não vai ter jeito. Vou ter que tomar injeção no bumbum. Deixa que eu colho o seu sangue. Não, não quero. Eu sou enfermeira. Eu sei muito bem colher sangue. Eu vou colher o sangue do K. Prontinho, K. Olha a agulhadinha. Não, não, não. Agulhadinha não, cara. Espera aí. Vamos conversar. Vamos conversar nada. Eu quero colher o seu sangue. Não, não, não, não, não. Socorro. Pelo amor de Deus, não. Eu tenho medo de agulha. Mas se você correr, eu não vou conseguir tirar o seu sangue. Aqui eu já tô na sua frente, você não consegue correr direito. Parece que você tá mais doente que eu. É, eu acho que eu tô ficando cansado. Mas pera aí, vai com calma que isso machuca. Não, vai ser uma espetadinha só. Deixa eu tomar distância aqui. Toma essa espetada. Ai, pronto, agora sim. Coli seu sangue. Ai, agora eu tô sangrando. Cas, olha isso. É melhor você ir pra sala logo antes que eu te espete mais uma vez. Ah, tá bom. Aí, turma, já colhi o sangue do KR. Tá aqui, seu enfermeiro. Primeiro sangue. Agora eu vou colher o da Nina. Ai, foi mal. Tá fazendo o que de baixo pêsego? É, não, eu que eu tô limpando aqui embaixo. Tá, tá muito sujo aqui, ó. Olha isso, ó. Ai, que sujeira ti no bumbum. Ai, pronto, seu enfermeiro. Tá aqui. Todo mundo já fez exame de sangue. Ô, Cas, tem certeza que foi todo mundo? Claro que tenho certeza. Agora vamos pro próximo teste, galera. Vamos embora. E é para lá ou para cá? É para lá, né? Ah, tem certeza? Volta aqui que acho que não tá faltando você. Pera aí, Cai. Ai, ai, ai, ai, ai. Vamos conversar. É que assim, eu não preciso. Eu já melhorei, nem tô torcendo mais. Melhorou. Tá verde igual abacate. Como é que você melhorou, garoto? Não, mas isso aqui é porque eu peguei um sol. Ué, você pegou um sol e virou alienígena. Que sol estranho. Eu peguei um sol radioativo. Mas não é nada, cara. É só uma picadinha. A, eu não quero nem ver. Vai logo, Kr. Tá bom. Ai, ai, ai, ai, ai. Isso doeu muito. Pronto, agora sim. Todo mundo fez as mções. Eu já estou vendo a luz no fim do túnel. Mir dramático. Vamos embora pro próximo. Ai, eu não consigo mais andar. O Cer me deu uma agulhada aqui, doutor. O sangue do C. Prontinho. Precisava tirar todo o sangue no meu corpo. K, se ficar reclamando, eu vou tirar mais um pouco, hein. Não, socorro. Vamos fazer o exame de coração logo. Só espero que o carr meu coração. Ah, aqui, ó. Exame de coração. Vamos lá. E a partir do momento que a gente entra nessa sala, a gente fica com meio coração. Agora eu entendi porque é exame de coração. E se a gente bater em qualquer um, já era. É, não precisava. A gente já sabia. Foi mal. Ai, e o pior de tudo é que a gente tem que passar por esse monte de obstáculo com meio coração. Se a gente gostar em qualquer coisa aqui, já era. Ai, Pico, para de empurrar. Eu não tô empurrando. É, tem que passar um de cada vez, tá? Vamos lá, turma. A gente tem que passar nesse exame do coração, senão a gente não vai conseguir descobrir o que a gente tem. Acabei morrendo. Vai descobrir o que que você tem, hein? Vou sim. É só eu não quer ir de novo. É, mas agora tem que tomar cuidado porque aqui tem um monte de bag doce. Então vamos comer. Ué, a gente até pode comer, não pode encostar nela. Ah, isso aqui é fácil, galera. Desviar de bagado doce é muito mais fácil que desviar dos cactos que estão lá. Aí, tchau. Dá licença. É melhor eu passar na frente que eu sei o que que eu tô fazendo. Aí, ó. Pula aqui, pula aqui. Beleza. Acho que eu dei mais sorte do que o juízo. É, pode ir na frente mesmo, porque se acontecer alguma coisa, eu não copio seus movimentos. Ah, cara, você sabe que os meus movimentos são totalmente calculados. É só não passar por cima das coisas que dá dano e pronto. Aí, ó. Hã. Que que é isso? Aonde se viu um teste de coração? Tem armadilha de urso. Ué, é um teste de coração bem diferente, mas é. Tá tudo bem. Então, não caiam porque aqui tem espinho e aqui tem lava. E a gente chega aqui e parece que eu achei que eu tinha passado um teste de coração, mas não passei não. Vou ter que fazer parkour em cima da lava. Ih, boa sorte, Nina. E eu queria dar boa sorte pro coração da Nina, isso sim. É, mas até que isso aqui não tá tão difícil. Gente, cheguei no finalzinho do teste. Agora é só passar por aqui e já era. É, vou ter que passar tudo de novo. Mas é um noob. Bora, Nina. Só tá faltando você e o K. É, eu vou esperar o K. É só passar correndo. Tá bom, eu vou finalizar o meu teste. Eu fui aprovado no teste de coração. Me espera aí que a gente já tá chegando. Pera aí, Nina, eu não consigo te carregar e pular ao mesmo tempo. Consegue sim. Vai lá. Ah, tá bom. Se a gente cair, a culpa é sua. Não, se a gente cair é culpa do Kais. Ele que infectou a gente. Ah, é verdade. Prontinho. Agora sai daqui. E agora? O que será que a gente tem que fazer? Fizemos todos os exames. Vá para o terceiro andar. Ei, turma, precisamos subir agora. Eu penso que pode subir. Vamos embora. Esse terceiro andar aqui tá bem esquisito. É, que coisa mais estranha. É, parece um hospital mal assombrado. Que monte de coisa é essa vermelha espalhada pelo chão? Não sei. E aqui tem uma faixinha de perigo. A gente pode passar dela, mas tá tudo esquisito. Vocês perceberam que aqui não tem ninguém, nem enfermeiro, nem médico, nem paciente. Só a gente mesmo que é doido. É, eu acho que eu sei o que tá acontecendo aqui. O quê? Você trabalha aqui? É, não, mas é que tá em isolamento. Ah, sim. Então, se tá isolado, é melhor a gente ir embora. Ou a gente pode simplesmente andando lá pra frente para ver o que que tem. Para de ser fofoqueiro, C. Vai que tem um monstro lá na frente. Ah, fofoqueiro é coisa d curioso mesmo. Vamos embora. Não é a mesma coisa não. Fofoqueira, olha esse lugar. É muito esquisito. Tem que sair desviando dessas cortinas, senão a gente Que que é isso aqui? Que coluna mais estranha. Ai, olha só, galera. Aquilo ali é um vírus. A gente vai ter que derrotar esse vírus. Tá lascado, mas eu não tenho nada para derrotar ele. E além do mais, eu tô muito fraco. É, eu também. Então acho que é melhor a gente continuar andando. Vamos lá. Uma hora a gente enfrenta ele. Que que é isso aí, Nina? É sala de medicamento. Uma sala de medicamento. Então quer dizer que aqui a gente vai encontrar nossa cura. Eu vou pegar uma um potinho desse porque eu não consigo pegar esse potinho. Ah, beleza. Agora eu vou tomar esse potinho aí, galera, olha só como é que eu melhorei. É, continua verde. Ah, é porque eu tô meio verde. Deve ser o vermelho. Aí, ó. Agora vou tomar o verde e o vermelho junto. E beleza. Melhorei. Melhorou. Você continua verde. Toma os três aqui de uma vez. Bom, vou tomar esses montes aqui. Ai, parece que eu tô piorando cada vez mais. Eu acho que não é melhor você ficar tomando esse monte de remédio estranho, não, hein? É, eu também acho. Bom, mas deve ter alguma coisa dentro dessa sala, né? Por que que a gente não olha nesses armários vermelhos? Ih, tem um remédio e ele é vermelho. É meu. Me dá. Sai fora. Calma aí, Cae. A gente não sabe se esse é o remédio certo. Ah, e um remédio vermelho. Mas você acabou de falar comigo que não é para eu ficar tomando qualquer remédio. Mas esse aqui não é qualquer remédio, é um remédio branco e vermelho. Ele é diferente. Olha, se eu fosse você não tomava não. Você não sabe para que que serve. É, mas se eu não tomar, eu nunca vou saber para que que é. Então dá licença que eu vou tomar ele aqui. Vai que ele tem alergia. Ai, eu não tô me sentindo bem. É por não K você tá a mesma coisa. O que que foi? Eu deveria ter tomado esse remédio. A cabeça dele tá inchando. É, mas a cabeça dele já é desse tamanho mesmo, Nina. Não é não. Não é pêssego. É sim. Tá tudo normal. Como assim? Minha cabeça tá inchando? Deixa eu ver isso aqui. Caramba. Eu tô com maior cabeção que tá nada. Isso aí sempre foi o tamanho da sua cabeça. Ela aumentou. Tá falando sério que ela aumentou? Ai ai ai. Galera, eu não tô me sentindo bem. Já sei. Fica parado aí. Ai meu Deus do céu, que cabeça gigante. Eu tô achando que a cabeça do caer vai explodir. Não vai não. Ai ai ai. Me ajuda. Não se a gente trancar ele dentro da geladeira. Fica aí um pouco. K. Você precisa melhorar. E para melhorar, mas aqui tá frio. Eu sei, mas é que você precisa ficar aí até a gente encontrar um remédio para você. Traz uma coberta também, pelo menos não pode. Ai, tá bom, então vai logo. Essa cabeça vai acabar explodindo. Vai mesmo. Ninguém mandou tomar o remédio. A gente ainda falou: “Turma, que que é aquilo ali?” Tem um barril lá em cima com uma seta, mas eu também tava vendo. E tem mais uma coisa com uma seta nesse lugar. Só tem setas nesse lugar. Vou ficar doido. É, pera aí. Aqui a gente tem uma seringa. Aham. E sobe lá, pêssego. Vê se não cai. Não, deixa que eu subo, senão ele vai fingir que tá com a perna quebrada. Ele é meio doido. Deixa eu subir por aqui. E aí, beleza, que a gente vê. E tem um antídoto. Será que isso aqui a gente pode misturar? Eu acho que sim. E assim a gente forma o antídoto pr dar uma injeção no K. É, eu acho que isso aí não é pro K, não. É para quem? Então é um antídoto. Aham. Deve ser para derrotar aquele vírus que tem ali do lado. E o K? É, a gente deixa ele ali, tá bom? Ô, galera, eu encontrei um remédio aqui. Remédio? Que remédio? É um remédio azul. Aonde tá? Aqui em cima. E é verdade. É igual aquele que o K tomou. Só que esse aqui é azul. Será que esse aqui é o remédio do K? Olha, a gente pode testar. Tá bom, vou lá falar com ele. K, a gente achou o seu remédio. Que que é isso aqui, gente? É o K. É. O que que foi? A enfermeira Nina falou que esse aqui é um remédio certo. Mas um remédio igual aquele outro que eu comi, isso aqui é azul. Sim. Mas se você, se você tomar esse remédio aí e morrer, culpa é da Nina, tá? Ah, tá bom, então. Deixa eu tomar esse remédio aqui e vamos ver o que que acontece. Vai, K, fica melhor. E aí, galera, mudou alguma coisa? Não, não mudou nada. E até agora também não mudou nada. Você tá normal, K? Ô Nina, eu acho que ele não melhorou não, viu? A gente vai ter que marcar um oftalmologista pro C. Por quê? Porque ele melhorou. Só você não tá vendo. Mas para mim tá a mesma coisa. Não tá não, P. Tá não. Tá não. Tá não. Tá não. Ele ficou mais feio do que o normal. Ah, mas isso aí é normal do KR. Ele sempre fica mais feio a cada minuto que passa. Mas ele ficou mais feio ainda. Mas eu acabei de falar que isso é normal. Feiura não é uma doença. Pego. Ah, é verdade. Então, galera, já acabou? Acho que sim. Tá, então tá bom. Então agora a gente pode continuar porque eu vou ter ao normal. É, então tá tudo feio mesmo. Vamos embora, turma. Agora tem que fazer o antídoto. Toma aí, K. Faz o antídoto. É só juntar tudo e a gente vai ter que dar uma injeção no vírus, tá? Primeiro deixa eu ver se essa agulha aqui tá funcionando. Ai, não é pr ficar me espetando com a agulha não, seu maluco. Ué, eu tinha que ver se a agulha funcionava. É melhor me esconder. Esse cara é o maluco das agulhas. Tá bom, deixa eu combinar isso tudo aqui. E aqui está pronto. Seringa com antídoto. Agora você usa. Tá bom. A gente só tem que dar uma espetada no vírus, não é isso? Eu acho que é. Boa sorte, Cai. Ai, ai, ai, tudo sobra para mim. Ah, essas cortinas aqui também são chatas. Ô, seu cabeçoca, por onde é que você tá indo? É aqui atrás. Eu já sabia. Eu nem tô com medo. É aqui para trás, né, galera? É, com licença. É nesse corredor aqui. Aqui, no outro lado. Ah, no outro lado. Agora por que que você não falou antes, K? Ah, aqui a tá vessa sala. Ai, é aqui eu não sei onde é. Acho. Acho que melhor você usar a injeção nele. Eu não. Deixa o pêssego. O pêssego é muito bom com isso. Vai lá, pêssego. E nada. Tô ocupado aqui, ó, cuidando da planta. Mas essa planta já tá morta há muito tempo. Ah, tá bom. Vocês todos t medo, né? É assim, é um vírus. Eu não vim aqui pr pr para acabar com você não, galera. Ele tá me olhando. Ele deve est te achando muito feio. É, com certeza deve tá achando feio. Mas pera aí, que feio. O que cai você vai ver. Eu vou te dar uma injeção. Não, não tô brincando. Tô brincando. Vai lá usar o antídoto logo. Tá bom. É, com licença, senhor vírus. Com licença. Depois que eu usar isso aqui, eu saio correndo. É, eu acho que é melhor, senão ele pode vir atrás de você. Tá bom, então toma essa. Ah, não adiantou nada. Ele vai me matar. Usa de novo. Ah, tá bom. Toma essa se ouvir. Toma. Não tá adiantando, galera. Ah, tá sim, tá adiantando. Eu aprendi a usar. Ah, tá boa, C. Olha, a vida dele tá descendo. É isso aí. É, eu tô tentando, mas ele tá chegando muito próximo de mim. Falta pouco. Dá mais um pouquinho. Pronto, agora dá no pé daí. Agora parece que esse vírus morreu. Não tá bem não, hein? E agora vamos continuar. A gente tem que ir para o quarto andar. Só assim a gente vai conseguir achar o remédio pra gente melhorar. Ih, olha só, a gente vai pro lugar mais seguro do hospital. É, com certeza o remédio vai estar aqui em cima. Olha aqui a cura. É hora de melhorar. Esse aqui é o remédio que a gente vai ficar bem, galera. Vamos comer. É, finalmente. E agora sim. Eu fiquei bem, galera. É, a gente tá bem melhor. Mas esa aí, eu tô cheio de fome. Ah, eu também. Eu tô ficando com muita fome. Deve ser porque a gente melhorou e aí a gente acaba sentindo muita fome. Se a gente não comer agora, a gente vai morrer. Vamos achar a cozinha. Achei a cafeteira. Ei, parece que a cozinha é logo aqui. Que cafeteira? O que, P? Ai, galera, corre. Eu tô ficando com muita fome. Daqui a pouco eu não consigo nem mais correr. É, a gente precisa de comida de verdade. Ai, eu tô com tanta fome. Acho que eu vou comer esse vaso de planta mesmo. Vai quebrar os dentes, hein? Aí eu comi. Foi fácil. Eu acho que eu vou comer também. Mas eu acho que a gente tá chegando na cozinha. Olha só. Nossa, quanta comida. Tá até que enfim. Eu não consigo nem mais correr. Ai, ora, ora. O que vocês vieram fazer aqui? Vocês não podem. Vocês não são do hospital. É, eu sei. É porque se eu não comer, eu vou morrer. Eu já tô começando a perder vida. Vão, galera, atacar. Comam tudo. Não, não comam minha comida. Não comam minha comida. Isso não foi feito para vocês. Ah, sinto muito, mas é que a gente tá com muita, muita fome. T, eu vou comer cada pedacinho de comida que tem aqui. Hum, esse frango aqui parece gostoso. É, tá tudo muito bom. Tem até pizza. Nunca vi um hospital ter pizza. Ah, vocês vão arruinar a minha cozinha. Eu não acredito. Saiam daqui. Eu vou chamar seguranças. É, vai lá, chama segurança. Enquanto isso, a gente pode comer tudo, rapaz. Até que a comida desse espitão aqui é bom, hein? Ops, acabei comendo fogão também, rapaz. Isso aqui é fome. Aê, a gente conseguiu, galera. Estamos curados. Agora vamos dar no pé daqui que o segurança tá vindo. É, vamos embora. E se você gostou desse vídeo, deixa o seu like, se inscreve no canal e não esquece de assistir os outros vídeos que estão aparecendo para você aí na tela. M.

🧸 Compre os BONECOS DE KASS E KR: https://boxsugar.com.br/kass-e-kr/

💌 Contato profissional: kassekr@pulliginfluencers.com.br

🎮 Nosso host de Minecraft: https://enxadahost.com/ (Cupom: KASSEKR)

49 Comments

  1. aaaaaaaa a conquista da língua inglesa no Brasil é um pouco mais difícil de ser humano por uma série mais tarde tá botando e a meu Ryan é um ☝️ que eu faço a minha vida inteira inteira em uma semana e não xis8oeoo de forma nenhuma me sinto como um pouco mais

Leave A Reply